Condição é genética e potencializada pelo uso de anabolizantes; cansaço e fadiga são alguns dos sintomas. A cardiomiopatia hipertrófica é o aumento da espessura do músculo do coração, explica Jorge Zarur, cardiologista e diretor de comunicação da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp). A principal causa é genética, ou seja, a pessoa nasce com alguma predisposição, afirma o médico, e ter casos na família aumenta esse risco. A condição também pode ser adquirida pelo uso de anabolizantes ou por uma hipertensão mal controlada ao longo da vida, acrescenta Zarur. Quem tem cardiomiopatia hipertrófica tem maior chance de sofrer morte súbita, embora a condição se apresente em diversos graus, com menor ou maior risco. O paciente considerado de alto risco é aquele que também desenvolve arritmia. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.