Entenda o esquema no Rio Metrópole e quem é quem na investigação do MPRJ
Veja quem são os investigados, quais empresas participariam do esquema e como, segundo o MP, o dinheiro circulava até ser sacado em espécie. Agentes da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ) cumprem mandados de prisão e de busca e apreensão. Foto: Divulgação /MPRJ Publicidade. A operação deflagrada nesta quinta-feira pelo Ministério Público do Rio mira um suposto esquema de desvio de recursos públicos no Instituto Rio Metrópole (IRM), autarquia vinculada à Secretaria de Estado de Governo cuja atual diretoria foi nomeada na gestão Cláudio Castro. Segundo a denúncia do MPRJ, contratos milionários com as empresas Engeconsult e R. Peotta abasteciam um esquema que incluía repasses ao Instituto Bio, empresa de fachada, saques em dinheiro vivo e transporte de alta quantia em dinheiro com escolta armada. O IRM firmava contratos com duas empresas: Engeconsult Consultores Técnicos Ltda. e R. Peotta Engenharia e Consultoria Ltda.Esses contratos, segundo o MP, somaram mais de R$ 80 milhões e eram a “via formal” pela qual o dinheiro saía dos cofres públicos. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney