Investigação aponta semelhanças com o esquema que levou à liquidação do Banco Master, de Daniel Vorcaro. O Digimais afirmou que permanece à disposição das autoridades e que reafirma seu compromisso com a transparência e a colaboração com as apurações. Procurado, o bispo Edir Macedo não retornou à reportagem. Nesta terça-feira (23), agentes da PF cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao Digimais e à gestora ID Serviços Financeiros, que prestava serviços ao banco. Foram alvos da diligência o diretor jurídico Marcelo de Lima Brasil, o presidente interino João Alves de Campos, o diretor contábil Rodrigo Ruggero, os bispos e conselheiros João Luiz Urbaneja e Thiago Rodrigues Urbaneja, o gestor de fundos José Roberto Giancoli Filho e o diretor da ID, Rodrigo Balassiano, além das próprias empresas. A investigação suspeita que diretores do Digimais tenham manipulado os relatórios financeiros do banco para esconder a verdadeira situação financeira da instituição e aparentar solidez diante dos órgãos de controle. Os crimes investigados incluem gestão fraudulenta, inserção de dados falsos nesses relatórios e realização de empréstimos e financiamentos que a lei proíbe um banco de fazer justamente para evitar esse tipo de manipulação. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.