Marca de três terawatts foi atingida em menos de dois anos, após mundo levar uma década para chegar ao primeiro terawatt. E isso faz sentido. Para a maioria das pessoas, a expansão da energia solar não é percebida por meio de números, mas de outras formas. "Pegue um trem para qualquer lugar, digamos, no Reino Unido, e provavelmente verá painéis solares", afirmou Lara Hayim, chefe de pesquisa sobre energia solar da BloombergNEF. Esse sinal visual só tende a ficar mais evidente. As projeções são tão otimistas em relação à energia solar que, em poucos anos, o marco de 3 terawatts parecerá quase insignificante. A BNEF prevê que o mundo instalará mais de 9 terawatts de capacidade solar até 2036. Mas, ao examinar os dados um pouco mais a fundo, surgem histórias interessantes. O primeiro terawatt resultou, sobretudo, de países ricos subsidiando a instalação de sistemas solares, enquanto a China e os países pobres ainda consideravam a energia fotovoltaica cara demais. Esse cenário mudou com o segundo e o terceiro terawatts, quando a China assumiu o protagonismo dos países ricos. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.