Endividamento não é transitório e virou regime, diz Kinea, que mexe no portfólio
Gestora abandona exposição ao consumo discricionário e prioriza setores vistos como mais resilientes a situação que não enxerga como temporária. O endividamento das famílias ganhou protagonismo nas ações recentes do governo, mas não será vencido de forma fácil – pelo contrário, tem tudo para se prolongar, o que deve afetar sensivelmente as projeções para alguns setores da Bolsa. “O consumidor brasileiro endividado não é um tema de um trimestre. É um regime”, afirma a Kinea Investimentos em relatório divulgado nesta terça-feira (19). Com base na avaliação, a casa ajustou o portfólio reduzindo exposição a setores de consumo discricionário e migrando para utilities, concessões e infraestrutura. O diagnóstico parte de uma combinação que a Kinea classifica como inédita: a inadimplência sobe enquanto o desemprego está nas mínimas históricas. Em ciclos anteriores, emprego pleno e salários em alta tendiam a aliviar a pressão financeira das famílias, mas dessa vez o alívio não veio porque o problema não está no mercado de trabalho. O custo de manter o padrão de vida, ressalta a gestora, cresceu mais do que a renda estrutural do consumidor médio. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney