Provisões para coletes em grandes instituições sobem 45,5% no 1º tri e chegam a R$ 51,3 bi. Itaú Unibanco, Bradesco, Caixa, Santander, Banco do Brasil e Nubank, por exemplo, elevaram no primeiro trimestre do ano as provisões para possíveis calotes. Dados dos balanços dos bancos mostram que as despesas com as provisões dessas instituições somaram R$ 60,2 bilhões entre janeiro e março deste ano, um crescimento de 45,5% na comparação com o mesmo período do ano passado. Por regra do Banco Central, desde 2025 os bancos são obrigados a reservar a quantia correspondente à perda esperada no crédito. Ou seja, dão baixa em um valor correspondente à quantia que está em atraso, o que reduz o resultado final. O prognóstico para os próximos meses não é dos melhores. A expectativa é que o cenário se deteriore, o que já leva as instituições financeiras a ser mais criteriosas na concessão de empréstimos, desacelerando a expansão da carteira de crédito. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.