Encerrada na USP, greve dos estudantes segue na Unicamp e na Unesp
Manifestantes ocuparam prédio administrativo na instituição campineira para evitar fim das negociações. O movimento reúne pautas de permanência estudantil, moradia, reajuste de bolsas e financiamento das instituições. Os manifestantes também cobram criação de cotas para pessoas transgênero e mais contratações de docentes e servidores. Na Unicamp, em greve desde 18 de maio, a disputa com a reitoria de Paulo Cesar Montagner escalou na noite de segunda-feira (8). Em assembleia, os discentes decidiram ocupar o prédio da Diretoria Geral da Administração, órgão responsável pelas principais decisões administrativas da universidade. O DCE (Diretório Central dos Estudantes) afirmou que a instituição havia enviado emails tentando "chantagear" o movimento e impor o encerramento da greve sem formalizar as propostas já discutidas nas mesas de negociação. O espaço foi desocupado na mesma noite. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
Este assunto faz parte da cobertura de Brasil. Para aprofundar a navegação, explore também as editorias conectadas abaixo e leia mais matérias relacionadas ao tema.

Publicidade · Compra direta
Conheça empreendimentos de alto padrão em Meia Praia, Itapema, fale direto com a Koch Construtora e receba atendimento comercial pelo WhatsApp.
Quero comprar com a construtora
Fonte: Folha de S.Paulo