Representantes de setores como máquinas, café, madeira e rochas ornamentais vão a Washington nesta segunda-feira defender que tarifa prejudica também empresas e consumidores. Representantes de empresas brasileiras e entidades setoriais participam, a partir desta segunda-feira (dia 6), de audiências em Washington, nos Estados Unidos, em um esforço para impedir a adoção de tarifas de 25% propostas pelo Escritório do Representante Comercial americano (USTR, na sigla em inglês). O principal argumento é que, além de prejudicar negócios no Brasil, a taxação elevará custos para empresas e para o consumidor americano, além de reduzir investimentos e empregos no país. Pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Patrícia Gomes, diretora de Comércio Exterior da entidade, vai defender que mais de 80% do comércio bilateral do setor ocorre entre companhias coligadas — matriz e filial — e que a taxação afetaria a própria indústria americana em setores como infraestrutura e energia:. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.