Ministério Público afirma que Andrea Borges geria postos de Beto Louco e Primo; ela foi dona de fornecedora do Ministério da Saúde. O Ministério Público de São Paulo afirma, em documento obtido pela Folha, que Andrea Cristina Alves Borges era "laranja" à frente de empresas do grupo liderado por Roberto Leme, conhecido como Beto Louco, e Mohamad Mourad, o Primo. Andrea exerceu "funções de gerência" em uma rede de postos, segundo a investigação. A Promotoria ainda localizou uma mensagem em que ela narra o plano de concentrar as transações de 56 empresas do grupo na conta de um único posto. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.