Em experimento, mosquitos Aedes aegypti aprendem a gostar de repelente
Estudo pode contribuir para a compreensão do mecanismo de ação do produto. No teste, 6 em cada 10 fêmeas treinadas previamente mostraram resposta de tentativa de mordida nas mãos dos pesquisadores cobertas de repelente à base de DEET (N-dimetil-meta-toluamida ou N,N-dietil-3-metilbenzamida). Isso indica um processo de aprendizado que tornou a substância apetitosa, em vez de repulsiva. O entomólogo Claudio Lazzari, professor da universidade francesa e pesquisador visitante da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) de 2013 a 2015, liderou o experimento. Ele destacou que, do ponto de vista prático, o DEET continua sendo o repelente padrão-ouro. Com isso, os achados não devem ser interpretados como um salvo-conduto para abandonar medidas de proteção individuais, sobretudo em áreas de alta circulação de doenças transmitidas por mosquitos. O Aedes aegypti é transmissor de doenças como febre amarela, dengue e chikungunya. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo