Em uma carta escrita à mão, em 19 páginas, enviada à 2.ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores, o ex-supervisor da Em uma carta escrita à. Em uma carta escrita à mão, em 19 páginas, enviada à 2.ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores, o ex-supervisor da Diretoria de Fiscalização (Difis) da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, Artur Gomes da Silva Neto, afirmou que não é um “dedo-duro” da Operação Ícaro e que está “sobrevivendo dopado” na prisão. Preso há mais de oito meses sob suspeita de criar e comandar um esquema bilionário de propinas em conluio com grandes varejistas e atacadistas – via a devolução antecipada de créditos tributários –, Silva Neto criticou a atuação do Ministério Público de São Paulo nas negociações de sua delação premiada, rejeitada pelos promotores. As páginas de fichário redigidas por Artur em letra cursiva embasam um pedido da defesa para reavaliação do decreto de prisão preventiva, a suspensão da ação penal da Operação Ícaro e de seus desdobramentos, além da entrega aos advogados dos 33 anexos da delação premiada sobre os quais o auditor se debruçou durante as tratativas com o Ministério Público. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.