Eliminações podem frustrar previsões de venda de cerveja, e Ambev amarga perdas na Bolsa
Morgan Stanley aponta potencial redução de. A saída das duas seleções do torneio pode frustrar as projeções de vendas de cerveja no terceiro trimestre, diz relatório do Morgan Stanley divulgado nesta segunda. Ainda que a Copa continue, as derrotas dos países que estão entre os maiores consumidores da bebida no mundo provavelmente levarão a um consumo menor do que o esperado se ambos os times tivessem avançado para as fases seguintes da competição. A Ambev —subsidiária da América Latina da AB InBev, gigante cervejeira da Bélgica— é a mais exposta a esse risco, afirmam os analistas. As ações caíam mais de 3% no pregão da Bolsa brasileira às 14h30, e os papéis fecharam em queda de 4% em Bruxelas. Nos Estados Unidos, a Constellation Brands, que distribui as marcas Corona e Modelo no país, caía 6%. A Heineken, que também tem exposição "significativa" aos mercados brasileiro e mexicano, caiu 1,4% no pregão de Amsterdã. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo