Eleito na Colômbia precisará lidar com guerrilhas armadas até com drones
Incidentes com o equipamento aumentaram 445% em 2025 em relação ao ano anterior, chegando a 333 registros. O eleito neste domingo (21) para a Presidência da Colômbia precisará lidar com o aumento exponencial do uso de drones pelas guerrilhas registrado pelo Ministério da Defesa do país. O cenário se dá menos de dez anos após os Acordos de Paz encerrarem o conflito armado com as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), em 2016. De acordo com relatório da UNMAS, agência da ONU para retirada de minas, divulgado neste mês, os incidentes se concentram nas regiões que, no passado, foram mais impactadas por grupos armados —63% nos departamentos de Nariño, Cauca e Valle del Cauca, no sul do país, e 7% na região de Norte de Santander e Catatumbo. O caso da Colômbia segue a tendência de outros conflitos ao redor do mundo —só na América Latina, México, Venezuela, Equador e Peru também foram afetados por veículos aéreos não tripulados com explosivos, segundo o mesmo documento. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo