Eleições colocam real à prova e mercado troca aposta no Brasil por proteção cambial
Citi retirou o real de sua cesta de carry trade e trocou a moeda brasileira pelo rand sul-africano, enquanto Goldman Sachs, Itaú BBA e gestores alertam para aumento do prêmio de. O real começou a perder parte do brilho que exibiu ao longo de 2026 e, para alguns dos principais bancos globais, com as eleições entrando no radar dos investidores. Nas últimas semanas, o câmbio passou a dar sinais de descolamento dos fundamentos que sustentaram a valorização da moeda brasileira ao longo do ano. Mesmo com o diferencial de juros ainda elevado, a queda do dólar global e a recuperação dos preços do petróleo, o real tem apresentado desempenho inferior ao de outras moedas emergentes, num movimento que muitos estrategistas interpretam como o início da incorporação do risco eleitoral aos ativos brasileiros. O movimento levou o Citi a fazer uma mudança relevante em sua cesta de estratégias de carry trade para mercados emergentes. O banco decidiu encerrar sua posição comprada em real e substituí-la pelo rand sul-africano, citando explicitamente o aumento do risco associado à eleição presidencial de outubro. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney