Bárbara Baião vê ambiente digital mais permissivo que em 2022 e alerta para dificuldade das campanhas em reagir à desinformação. A campanha eleitoral começa oficialmente neste domingo (16) sob uma preocupação que vai além dos palanques e da propaganda tradicional. Para a analista de política da XP Bárbara Baião, o ambiente digital de 2026 pode ser mais permissivo à circulação de desinformação do que o observado há quatro anos, justamente em uma eleição que deve ser apertada. A avaliação foi feita no Mapa de Risco, programa de política do InfoMoney, durante a discussão sobre a velocidade com que narrativas sem respaldo nas investigações conseguem ganhar alcance nas redes sociais antes que fatos e correções cheguem ao eleitor. “Primeiro, a questão de fundo aqui, que me parece grave, é em relação à campanha digital e um Tribunal Superior Eleitoral que se desenha um pouco mais permissivo em relação a esse ambiente digital de desinformação. A gente tinha, em 2022, o presidente Alexandre de Moraes com a ministra Cármen Lúcia na vice-presidência, e os relatos das próprias big techs eram de que o TSE era muito atuante em forçar uma remoção de conteúdo”, afirmou Bárbara. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.