El Niño pode testar preparação do Brasil para incêndios florestais
Fenômeno climático aumenta risco de fogo fora de controle e desafia ações preventivas. Em 2026, o país volta a enfrentar um cenário de maior risco devido ao El Niño, fenômeno que contribuiu para o recorde registrado em 2024. Isso pode representar um teste para os avanços da política nacional e para a capacidade de prevenção e combate aos incêndios florestais. Embora sua força ainda seja incerta, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (Noaa) dos Estados Unidos previu, em junho, 63% de probabilidade de o evento atingir a categoria muito forte. "Estamos preparados para uma situação muito complexa. Torcemos para que ela não ocorra. Mas temos a convicção de que tudo o que fizemos a partir de 2024 gerou aprendizados e ações", afirmou João Paulo Sotero, secretário-substituto e diretor do Departamento de Políticas de Controle do Desmatamento e Incêndios (DPCD) do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA). Em julho de 2024, durante incêndios florestais que chamavam a atenção do Brasil, foi aprovada a PNMIF, considerada um novo paradigma por romper com a lógica da política de fogo zero. Desde então, também avançaram ações de prevenção, como a ampliação do uso de queimas prescritas, o aumento do contingente de brigadistas contratados e o reforço da estrutura de combate. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo