Relatório da Genial Investimentos apura 66% de chances de fenômeno climático extremo a partir de setembro; agronegócio lidera vulnerabilidades. A possibilidade de um “Super El Niño” entre o segundo semestre de 2026 e o início de 2027 está sendo monitorado pelos meteorologistas, e surpreendentemente, pelos analistas do mercado financeiro. Em relatório temático divulgado na sexta-feira (22), a Genial Investimentos afirma que o fenômeno climático pode trazer impactos relevantes para empresas ligadas à geração de energia, mineração, bancos, seguros e agronegócio, enquanto segmentos como saneamento, papel e celulose e imobiliário devem sentir efeitos mais limitados. Segundo o documento da Genial, o “El Niño Watch” do Centro de Previsão Climática da NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica) dos Estados Unidos, mostra que há 82% de chance que o fenômeno se forme entre maio e julho de 2026 e continue durante o inverno do Hemisfério Norte de 2026-27 (96% de chance entre dezembro de 2026 e fevereiro de 2027). O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.