El Niño e seguro de vida: por que o clima também entra na conta das seguradoras
Fenômeno altera padrões de chuva e temperatura e pode influenciar sinistros de forma indireta; impacto depende da região dos eventos. A Opas (Organização Pan-Americana da Saúde) publicou um relatório sobre os possíveis efeitos do El Niño na saúde da população das Américas ao longo de 2026 e no início de 2027. O fenômeno, que altera padrões de chuva, temperatura e seca, também pode afetar o mercado de seguros. No seguro de vida, por exemplo, o impacto costuma ocorrer de forma indireta, já que ondas de calor, enchentes, tempestades e secas podem aumentar riscos à saúde e elevar a ocorrência de acidentes. “No Brasil, os efeitos costumam ser regionais. Há maior risco de seca no Norte e em parte do Nordeste e maior propensão a chuvas volumosas no Sul do país, embora cada episódio tenha características próprias”, explica Pedro Luiz Valls, pesquisador do Centro de Estudos em Riscos Climáticos e Resiliência da FGV. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney