El Niño deve exigir combinação de renováveis e térmicas e pode reduzir cortes de geração
Seca forte favorece fontes solar e eólica, que cresceram quatro vezes desde última crise, em 2021. O fenômeno climático, que pode ter intensidade inédita, agravará a seca no Norte e Nordeste do país e reduzirá as chuvas no Sudeste, diminuindo fluxo de rios e níveis de reservatórios em 2027. O impacto será direto na geração das usinas hidrelétricas, a base da matriz energética brasileira. Para evitar um apagão, esse espaço precisará ser ocupado, e a decisão de quais fontes utilizar para isso será tomada a partir de critérios de custo e disponibilidade. As renováveis —eólica e solar— são mais baratas e ganham potência com a seca, devendo ter preferência. Ao mesmo tempo, são mais instáveis: geram mais energia conforme a luz do sol ou a força do vento. Já as térmicas, apesar de terem um peso maior na conta de luz, são acionadas segundo a demanda. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo