Mesa abriria o evento, mas precisou ser remarcada. Sua mesa estava prevista para inaugurar o evento na sexta-feira (15), mas precisou ser remarcada após um atraso no voo que vinha dos Estados Unidos. A mudança de programação não afungentou o público, que voltou a lotar o auditório principal do Teatro Cultura Artística. A conversa foi mediada pela jornalista Fernanda Mena, repórter especial da Folha, e a poeta Angélica Freitas. Poeta e referência da literatura queer, Myles afirmou que o mundo está cada vez mais vivo e desperto, com ideias complexas sobre identidade, gênero e política. "Mas chega essa hora de tentar matar isso. [O presidente] Donald Trump sabe que está perdendo e tenta tornar tudo cada vez mais dicotômico, retroceder [direitos]", disse. Liberdade foi tema constante da conversa, permeada por leituras de poesias. Myles disse receber muito crédito por escrever sobre sexo, mas que não escreve "tanto assim" sobre sexo. A causa para a repercussão seria sua escolha por escrever sobre o tema de forma desglamourizada. "Somos vulgares. A poesia é uma prática disso.". No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.