Efeito zumbi? Pepino-do-mar desafia a ciência com tecidos 'imortais'
Fragmentos do animal sobreviveram por anos após amputação e podem ajudar a entender regeneração e envelhecimento. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Ciência Home Ciência Efeito zumbi? Pepino-do-mar desafia a ciência com tecidos 'imortais' Fragmentos do animal sobreviveram por anos após amputação e podem ajudar a entender regeneração e envelhecimento Pepino-do-mar: cientistas descobriram tecidos capazes de sobreviver sem o organismo original (Sara Jobson/Laboratório Mercier, MUN). Fragmentos amputados de um pepino-do-mar do Atlântico Norte sobreviveram por mais de três anos após serem separados do corpo, continuando a crescer, cicatrizar feridas e absorver nutrientes. A descoberta, descrita em um estudo publicado na revista Science Advances, levou cientistas a investigar um possível caso de "imortalidade tecidual" na natureza. A pesquisa foi liderada por Sara Jobson, da Universidade Memorial de Terra Nova e Labrador, no Canadá. Os resultados chamaram atenção, uma vez que os tecidos não apenas resistiram à degradação, mas continuaram funcionando de forma independente, sem se transformar em novos indivíduos completos. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Exame