Educação e acolhimento integrado são pontos-chave na proteção contra violência sexual
Prevenção deve ser foco no enfrentamento aos abusos, defendem parlamentares em debate na Câmara. Especialistas consideram que focar na prevenção às agressões é mais efetivo do que agravar penas. Essa estratégia prioriza o momento anterior aos crimes sexuais, diante das altas taxas de subnotificação. Estima-se que apenas 11% dos episódios de abuso infantil sejam denunciados, segundo uma pesquisa Datafolha encomendada pelo Instituto Liberta. "Se a gente conseguir detectar nas crianças os sinais da violência, a gente vai preveni-la. E é muito mais barato prevenir do que colocar um cidadão na cadeia", afirma a deputada federal Laura Carneiro ( PSD -RJ). A parlamentar participou, nesta terça-feira (26), da mesa de debate "Proteção da Infância: uma agenda suprapartidária no Congresso Nacional", na Câmara dos Deputados. A Folha organizou o encontro, em parceria com o Instituto Liberta, a Childhood Brasil e a Plan International Brasil. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo