Alta do petróleo e guerra no Irã aumentam pressão inflacionária e preocupam analistas. O cenário gera cautela para o Banco Central, que deve manter taxas de juros elevadas para controlar riscos inflacionários e o impacto dos gastos públicos no ano eleitoral. Segundo o economista-chefe do Sicredi, André Nunes de Nunes, o PIB (Produto Interno Bruto) deve desacelerar a 0,6% no segundo trimestre. A perda de ritmo é aguardada com o fim do impulso da safra agrícola e a persistência dos juros em patamar elevado ao longo de 2026. O endividamento das famílias e as incertezas eleitorais também são apontadas por Nunes como desafios para consumo e investimentos no restante do ano. "Vamos ter uma dinâmica muito parecida com a do ano passado. Vai ter um primeiro trimestre com crescimento mais forte", diz. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.