É possível fazer rir e incomodar, diz atriz do projeto Humor Negro
Presente no Festival Latinidades, em Brasília, espetáculo ironiza preconceitos. Com ironias não somente à xenofobia e ao racismo que liga o povo baiano à preguiça, Magali toca, com sorriso permanente, em outros tantos preconceitos, como machismo e homofobia. Mas vai além. A atriz integra o projeto Humor Negro, um espetáculo de comédia stand up, com humoristas pretos, que começou em 2019 nos palcos de Salvador e que chegou também à TV (Multishow) em forma de série. Magali Moraes, em entrevista à Agência Brasil, defende que o humor é uma arte que deve incomodar. “Mas a intenção de fazer rir tem que ser sempre o objetivo principal. Mas é possível fazer rir fazendo transformação social”, afirma. Promover o sorriso e também reflexões. Ela explica que a lógica dessa comédia é sorrir das próprias vivências e lutas. “Obviamente, as vivências dessas pessoas são atravessadas pelo racismo, mesmo não sendo a pauta principal”, destaca. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Agência Brasil