Reunião com Arminio Fraga e Pedro Malan ainda não está marcada. Durigan se tornou o principal porta-voz econômico de Lula na campanha pela reeleição. O ministro tem defendido a necessidade de preservar a atual regra de sustentação das contas públicas, o arcabouço fiscal, e já apresentou ideias para um eventual próximo mandato. Uma das opções seria a redução do limite de crescimento real das despesas federais previsto no arcabouço fiscal, de forma que o limite passe de 2,5% para 1,5%. Na semana passada, o Ministério da Fazenda também patrocinou a aprovação no Congresso de uma medida que limita a expansão de despesas vinculadas da União, o que, segundo cálculos oficiais, poderia gerar uma economia de R$ 10 bilhões no ano que vem. A medida, no entanto, foi alvo de críticas de economistas e analistas de contas públicas por representar um esforço pequeno diante do problema e por prever a ampliação de gastos neste ano. Nas últimas semanas, Durigan esteve em encontros promovidos por instituições financeiras como a XP e o Santander. As conversas foram ordenadas por Lula, segundo auxiliares do presidente, e fazem parte de uma agenda de aproximação com investidores e agentes do mercado, em um momento em que o governo discute o orçamento e as diretrizes econômicas para 2027. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.