Drones de carga, bunker e criptos: como o Comando Vermelho expandiu sua atuação no RJ
Facção atua além do tráfico tradicional de drogas e busca ampliar poder territorial, capacidade logística, fontes de financiamento e influência. Drones capazes de transportar o equivalente a 20 fuzis, treinamento com técnicas trazidas da guerra na Ucrânia, uma fazenda clandestina de mineração de criptomoedas, infiltração em estruturas políticas, avanço para áreas fora das favelas e a exploração bilionária de serviços de internet sob ameaça e violência. As investigações e operações reveladas nos últimos meses mostram que o Comando Vermelho (CV) vai além do tráfico tradicional de drogas e busca ampliar poder territorial, capacidade logística, fontes de financiamento e influência, enquanto mantém sob proteção alguns dos principais chefes da facção escondidos nos complexos da Penha e do Alemão, Zona Norte do Rio. As investigações da Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança identificaram que traficantes do Complexo do Alemão adquiriram drones de grande porte usados originalmente em atividades agrícolas e transporte de carga. Os equipamentos têm capacidade para carregar até 80 quilos — peso equivalente a cerca de 20 fuzis FAL ou AR-15 —, autonomia de até 12 quilômetros e custo superior a R$ 200 mil por unidade. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney