Desalojados aguardam sem prazo de retorno, enquanto país soma deslocados internos ao êxodo de mais de 8 milhões. No que era um estádio na cidade costeira de La Guaira, vivem atualmente 1.730 pessoas, ou pelo menos 300 famílias, realizando suas atividades e dormindo embaixo de estruturas improvisadas. Muitas perderam suas casas, outras tiveram a estrutura de seus lares comprometida. O calor é intenso e não há remediador, apenas as garrafas de água, muitas delas quentes, distribuídas por agentes policiais que organizam o espaço. Em mesas improvisadas, centenas de remédios doados são organizados para atender em especial idosos, pessoas com deficiência e crianças. Wilmarys González, 45, está ali desde o dia dos terremotos, a quarta-feira (24). O primeiro andar de sua casa sofreu rachaduras. No segundo, as paredes caíram. Ela perdeu quatro familiares na tragédia. No dia seguinte, conseguiu encontrar um primo vivo nos escombros. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.