Defesas não responderam à reportagem nesta segunda; a pedido da polícia, premiação foi bloqueada pela Justiça. Clarice Simon trabalhava na Casa Lotérica Sinop, da família do empresário Américo Lemke. Na tarde de 12 de agosto daquele ano, ela atendeu uma cliente que apostava no concurso 2620 da Mega-Sena, da Caixa Econômica Federal, mas a impressão do bilhete com a aposta saiu com defeito. Clarice então refez o mesmo jogo, dando um bilhete sem falhas à cliente. Já o bilhete anterior, com defeito, foi guardado por ela em um cofre da lotérica, ao lado da mesa onde ela atendia os clientes. As informações constam no processo judicial obtido pela Folha nesta segunda-feira (6). Naquele dia, saiu o resultado do concurso e quatro bilhetes acertaram as seis dezenas sorteadas, incluindo as duas apostas iguais de Sinop. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.