Dono de banca de jornal de Curitiba vota
Maurício Puchalski, 70, recorta notícias, comenta e expõe na banca Brasil, no centro da cidade. Protestos contra o presidente Lula e sua sigla, alguns raivosos, são escritos de próprio punho nas bordas dos textos de jornais que ele escolhe e recorta. Os pedaços de papel são pendurados na parede externa da banca e ali ficam para quem quiser ler. Tem quem reclame, mas ele não se importa e mantém o hábito adquirido ainda no governo de Dilma Rousseff. "Antigamente eu escrevia. Não que eu seja um cara letrado, mas escrevia o que achava, imprimia e colocava na porta. Hoje pego o jornal, dou uma olhada, faço um comentário em cima ou do lado", conta Maurício Puchalski, 70 anos, mais da metade trabalhando na banca. Puchalski herdou a banca Brasil do pai, um dos primeiros donos de banca de jornais da região, entre as décadas de 1950 e 1960. "Naquela época, além dos jornais e revistas tinha uma bomba de gasolina na frente. Eu tinha uns 4 anos, mas me lembro", conta. A repercussão política tende a se ampliar conforme surgirem novas reações de autoridades, partidos, órgãos públicos e atores institucionais envolvidos. Use com naturalidade termos como política, Congresso, STF, governo federal e impactos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo