Dólar: após subir 1,8% e fechar acima de R$ 5 em maio, o que esperar para junho?
Analistas não veem tantos catalisadores para o dólar cair e veem moeda rondando os R$ 5. Depois de uma queda de 4,36% em abril, o dólar voltou a encerrar maio acima de R$ 5, mais precisamente R$ 5,04, com ganhos no mês de 1,82%. No ano, contudo, o dólar ainda acumula desvalorização de 8,13% em relação ao real, que tem o melhor desempenho no período entre as principais divisas globais, favorecido pelo amplo diferencial de juros e a melhora dos termos de troca com a alta do petróleo. O diretor de pesquisa econômica do Pine, Cristiano Oliveira, atribuiu a depreciação do real em maio, sobretudo, a uma reprecificação dos juros globais após leituras elevadas de inflação ao produtor em abril em diversos países, em especial nos EUA, com o choque dos preços de energia em meio ao conflito no Irã. “Tivemos também fluxo cambial negativo e um pequeno aumento da volatilidade em razão da questão eleitoral. Não houve incentivo adicional para o investidor entrar no Brasil”, afirma Oliveira, ressaltando, contudo, que os estrangeiros dão menos peso à corrida presidencial do que os investidores locais. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney