BC-Br aponta desaceleração da economia brasileira no segundo trimestre. Os dados mostraram que a economia brasileira encerrou o segundo trimestre com leve crescimento, apesar da retração em junho. André Valério, economista sênior do Inter, afirma que a queda de 0,6% do IBC-Br em junho foi pior que a esperada. "Com isso, o índice do Banco Central sugere que o PIB avançou 0,2% no 2º trimestre de 2026, na comparação com o 1º trimestre deste ano. Nossa expectativa é que o PIB tenha variado 0,5% no 2º trimestre, acima do implícito pelo IBC, mas marcando uma notável desaceleração frente ao primeiro trimestre", diz. Valério afirma que o dado de junho confirma a trajetória de moderação da atividade e uma economia mais dependente do setor externo, principalmente do agronegócio e da exploração de petróleo. "O IBC implica que, sem o agro, a economia brasileira teria contraído 0,9% em junho", afirma. Entre os destaques, o varejo ampliado, que inclui as atividades do varejo restrito e setores como veículos, materiais de construção e atacarejo, e é uma das pesquisas utilizadas na análise da atividade econômica, contraiu 0,95% no segundo trimestre, indicando que as condições financeiras mais adversas têm sido um entrave para a dinâmica da atividade. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.