Estudo com pacientes sul-africanas sugere que a amígdala cerebral vai além do medo e influencia decisões sociais. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Medicina e Saúde Doença genética rara faz cientistas reverem “centro do medo” no cérebro Estudo com pacientes sul-africanas sugere que a amígdala cerebral vai além do medo e influencia decisões sociais Ana Luiza Figueiredo 26/05/2026 19:02 Amígdala cerebral - Imagem: 3dMediSphere / Shutterstock Compartilhe: Uma doença genética rara identificada em pacientes da África do Sul está levando pesquisadores a reconsiderar uma das ideias mais conhecidas da neurociência: a de que a amígdala cerebral seria apenas o “centro do medo” do cérebro. Estudos com pessoas que têm a chamada doença de Urbach-Wiethe sugerem que a estrutura também desempenha papel importante em decisões sociais, confiança e preocupação com outras pessoas. Os trabalhos são conduzidos por pesquisadores como o neurocientista social Jack van Honk, da University of Cape Town. Parte dos resultados mais recentes foi publicada em abril de 2025 na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), em um artigo sobre danos na amígdala basolateral e comportamento social. O grupo acompanha pacientes da região de Namaqualand, no norte da África do Sul, onde existe uma das maiores concentrações conhecidas da condição no mundo. Também chamada de proteinose lipoide, a doença foi descrita pela primeira vez em 1929 pelos pesquisadores austríacos Erich Urbach e Camillo Wiethe. O distúrbio é recessivo, o que significa que a pessoa precisa herdar cópias defeituosas do gene dos dois pais para desenvolver a condição. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.