Do prejuízo à prevenção: como crise climática muda o papel dos seguros
Só 9% do PIB brasileiro está protegido por seguros, segundo a Confederação das Seguradoras. Uma visão de drone mostra um grupo de pessoas caminhando em uma rua inundada devido a fortes enchentes no bairro propenso a inundações de Jardim Pantanal, em São Paulo, Brasil, em 4 de fevereiro de 2025. REUTERS/Tuane Fernandes Publicidade. O avanço dos eventos climáticos extremos aumenta a necessidade de recursos para recuperar perdas e adaptar cidades, empresas e infraestrutura a novos riscos. No Brasil, porém, a parcela da economia protegida por seguros ainda é pequena: apenas 9% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo Monique Cardoso, superintendente de Sustentabilidade da CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras), ao participar de painel do World Climate Summit, realizado na quinta-feira (06), em São Paulo. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney