PT, PSB, PSOL, PDT, PV e PCdoB pressionam por espaço nas vagas que podem levar ao Senado em caso de ida das ex-ministras para o governo. Lula, Simone Tebet e Marina Silva participam de caminhada em Teófilo Otoni (MG). (Foto: Ricardo Stuckert/Flickr Lula) Publicidade. O desempenho favorável das ex-ministras Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) nas pesquisas de intenção de voto ao Senado e a possibilidade de virem a assumir ministérios num eventual quarto mandato de Lula abrem um novo flanco de disputa na chapa de Fernando Haddad (PT) em São Paulo. Ainda não houve acerto nas suplências das duas candidatas, com perspectiva de ascensão política indireta e uma pressão mais incisiva de partidos que ainda não foram contemplados. A lista é encabeçada pelo PT, ausente na composição do Senado, e conta ainda com PSOL, federado com a Rede e diretamente engajado com Marina, PDT, PV e PCdoB, que também ajudam a ampliar o tempo de propaganda de Haddad e seus aliados. A ala do PSB ligada a Márcio França, da mesma forma, entende que deveria emplacar um nome para Tebet, por ver nela um pedido pessoal do presidente Lula, e não uma construção partidária em nível estadual. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.