Cão Orelha vivia há cerca de dez anos na Praia Brava, em Florianópolis, mas foi submetido à eutanásia após ser encontrado em estado grave no dia 5 de janeiro. Cão Orelha vivia há cerca de dez anos na Praia Brava, em Florianópolis, mas foi submetido à eutanásia após ser encontrado em estado grave no dia 5 de janeiro. Uma diferença de 30 minutos nos horários registrado por câmeras de segurança foi uma das principais provas que motivou o pedido de arquivamento do caso do Cão Orelha pelo MPSC (Ministério Público de Santa Catarina). O caso ganhou repercussão nacional após o cão comunitário ser resgatado na Praia Brava, em Florianópolis, em janeiro deste ano. Conforme o MPSC divulgou nesta terça-feira (12), o parecer técnico concluiu que não há provas suficientes para responsabilizar os quatro adolescentes investigados pela morte do animal. Segundo o órgão, a reconstituição da cronologia dos fatos revelou inconsistências relevantes na linha do tempo usada inicialmente pela investigação policial. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.