No Palmeiras, reconhecimento facial já identificou mais de 240 procurados. Mais de 240 pessoas procuradas pela Justiça foram presas só aqui no estádio do Palmeiras. E mais de 70% das prisões foram de quem devia pensão. "Através do cadastro de quando o torcedor faz a compra do ingresso, e através da integração de bancos de dados e tecnologia, no momento do acesso ao estádio é gerado um alerta. E se caso o indivíduo seja procurado pela Justiça, ele é preso naquele instante", diz o coronel Carlos Henrique Lucena, coordenador-geral do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC/SP). Em três anos, o Programa Muralha Paulista prendeu mais de 300 pessoas em cinco estádios. É lei no Brasil que estádios para mais de 20 mil pessoas usem reconhecimento facial para permitir a entrada do público. Só que nem todos estão integrados a sistemas de segurança públicos. E isso motivou um projeto de lei para que iniciativas como essa aqui em São Paulo sejam nacionais. "A possibilidade de presença nos estádios ser um instrumento para identificar, coibir e cobrar os devedores de pensão: essa é a essência", afirma Sâmia Bomfim, deputada federal ( Psol -SP) e autora do PL. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.