"Desenrola Adimplentes": qual o impacto para os bancos brasileiros?
UBS BB vê menor rentabilidade para as instituições financeiras, enquanto JPMorgan alerta para pressão sobre receitas. A nova rodada de medidas anunciadas pelo governo para ampliar o acesso ao crédito no país deve aumentar a concorrência entre os bancos e reduzir os retornos do crédito consignado privado, na avaliação de analistas do UBS BB e do JPMorgan. Na segunda-feira (29), o governo anunciou mudanças no consignado para trabalhadores do setor privado, permitindo o uso do saldo do FGTS e de verbas rescisórias como garantia das operações. Os empréstimos contratados com essas garantias terão teto de juros de 1,99% ao mês. Além disso, foi lançado o programa “Desenrola Adimplentes”, voltado a pessoas com empréstimos em dia ou com atraso de até 90 dias, com garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO). Para o UBS BB, o novo consignado privado cria um produto de risco substancialmente menor, mas também com retorno significativamente reduzido para as instituições financeiras. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney