Derrota para Trump: Suprema Corte dos EUA nega restrição de cidadania por nascimento
Justiça mantém o entendimento da 14ª Emenda da Constituição norte-americana, que garante a quase toda pessoa nascida nos EUA o direito à cidadania. Fachada da Suprema Corte dos Estados Unidos, em Washington, em 18 de maio de 2026. REUTERS/Evelyn Hockstein Publicidade. A Suprema Corte dos Estados Unidos impôs, nesta terça-feira (30), uma das principais derrotas jurídicas ao presidente Donald Trump em seu segundo mandato ao reafirmar a validade constitucional da cidadania automática para pessoas nascidas em território americano. Em decisão por 6 votos a 3, a Corte manteve o entendimento consolidado da 14ª Emenda da Constituição, segundo o qual praticamente toda pessoa nascida nos Estados Unidos tem direito à cidadania americana, independentemente da situação migratória do país. A decisão derruba a tentativa do atual governo de restringir a chamada cidadania por nascimento (“birthright citizenship”), medida anunciada pelo presidente no primeiro dia de seu segundo mandato como parte de um amplo pacote de endurecimento das políticas migratórias. A ordem executiva previa negar a cidadania automática a crianças nascidas nos EUA cujos pais fossem imigrantes sem documentação regular ou portadores de vistos temporários. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney