Estudo da Elos Ayta mostra que praticamente toda a entrada líquida de capital estrangeiro do 1º semestre aconteceu entre janeiro e março; segundo trimestre registrou uma das. O primeiro semestre de 2026 foi marcado por duas histórias no fluxo estrangeiro para a bolsa brasileira. O primeiro trimestre foi marcado por um dos maiores volumes de entrada da série histórica, desde 2022. Já a segunda metade do semestre também ficou entre os recordes, mas entre maiores marcas de saídas de capital estrangeiro. De acordo com levantamento da Elos Ayta Consultoria, com base em dados da B3, o saldo líquido de recursos internacionais destinados ao mercado acionário brasileiro alcançou R$ 33,85 bilhões entre janeiro e junho, desconsiderando operações de IPOs e follow-ons. No começo de julho, mesmo com dados ainda negativos, pode ser que haja desaceleração na saída de capital. Até 8 de julho, segundo números de negociação da B3 consultados pelo InfoMoney, a saída foi de R$ 419,8 milhões. Para fins de comparação, estrangeiros tiraram R$ 7,04 bilhões em junho e R$ 13,2 bilhões em maio. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.