OUTRO LADO: defesa de Ivo Vel Kos não se manifestou, e empresa de segurança não respondeu nesta segunda-feira (17). A dentista afirma que a ajuda ocorreu após tentar pedir socorro a um segurança particular que trabalhava na rua onde o casal mora. Ela diz que o profissional não agiu para impedir as agressões e diz que ele chegou a ajudar o marido a levá-la em direção à residência contra a sua vontade, como mostram imagens captadas por câmeras de segurança voltadas para a rua. A reportagem não conseguiu identificar o segurança. O veículo que aparece na rua no momento da agressão é do Grupo Previx. Procurada pela reportagem pelo WhatsApp nesta tarde, a empresa não respondeu. Pelo telefone fixo, um funcionário pediu um número para retornar quando houvesse resposta, o que não aconteceu até o horário de publicação. Ivo Kos foi preso em flagrante sob suspeita de agredir a mulher com socos e um taco de beisebol e ameaçá-la com uma arma de choque. A prisão foi convertida em preventiva (sem prazo para ser encerrada) após audiência de custódia. Ele negou as agressões e afirmou à polícia que foi atacado durante uma discussão. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.