Com o juro real em um dos patamares mais altos da história, especialistas falam sobre os melhores vencimentos para o Tesouro IPCA+ e pregam cautela nos prefixados. O Banco Central cortou a Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,25% ao ano, nesta quarta-feira (17), em uma decisão que não surpreendeu o mercado. O que chamou atenção dos especialistas não foi o número, mas o tom do comunicado, lido como mais duro e cauteloso diante de uma inflação persistente. Para Lucas Genoso, head de renda fixa do Research da XP, o recado mais relevante estava justamente na sinalização do BC. “O que realmente importava não era o corte em si, mas a sinalização sobre os próximos passos”, diz. Segundo ele, o Copom precisava acalmar um mercado que vinha precificando até novas altas de Selic no segundo semestre – expectativa que ganhou força depois que o IPCA furou o teto da meta. Leia também: Selic que leva dívida a quase 20% ao ano tira o sono do mercado de crédito privado. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.