Degelo no Ártico expõe esqueletos seculares de caçadores de baleias
Ponta dos Cadáveres revela esqueletos de baleeiros europeus e expõe impactos climáticos na preservação arqueológica do Ártico. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Ciência e Espaço Clima Degelo no Ártico expõe esqueletos seculares de caçadores de baleias Ponta dos Cadáveres revela esqueletos de baleeiros europeus e expõe impactos climáticos na preservação arqueológica do Ártico Flavia Correia 28/05/2026 15:34 Arqueólogos trabalhando no sítio funerário de Likneset, a “Ponta dos Cadáveres”, uma área costeira onde baleeiros mortos eram enterrados. - Crédito: Lise Loktu / Espen Olsen, Gabinete do Governador de Svalbard Compartilhe: Um artigo publicado na revista PLOS One sugere como o degelo do permafrost em Svalbard, no Oceano Ártico, está revelando restos humanos enterrados entre 200 e 400 anos atrás. Conhecido como “Ponta dos Cadáveres”, o local expõe esqueletos de baleeiros europeus, ajudando pesquisadores a entender a vida desses trabalhadores e os efeitos da crise climática na preservação arqueológica. O interesse europeu pelo arquipélago de Svalbard começou ainda no fim do século XVI. Em 1596, o explorador holandês Willem Barentsz avistou Spitsbergen, a maior ilha da região. Pouco depois, a área passou a atrair atenção devido à abundância de baleias, animais valorizados principalmente pela gordura, usada na produção de óleo para iluminação e como lubrificante. A caça às baleias também estava ligada a produtos de alto valor na época, como o âmbar-gris, substância formada no sistema digestivo desses animais. Pesquisadores ressaltam que essa atividade deve ser entendida dentro do contexto do período histórico, quando o óleo de baleia era essencial para iluminação e lubrificação, além de outras partes do animal serem usadas na indústria têxtil. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Olhar Digital