Devoluções chegaram a US$ 49,2 bilhões em junho; valor contrasta com superávit de US$ 27 bilhões registrado no mesmo período em 2025. Segundo o Tesouro, a arrecadação bruta de tarifas do mês foi de US$ 23,6 bilhões (R$ 120,1 bilhões), mas os reembolsos chegaram a US$ 49,2 bilhões (R$ 250,4 bilhões), o que gerou um resultado negativo de US$ 25,6 bilhões (R$ 130,3 bilhões). Os reembolsos começaram a acontecer em maio, depois que a Suprema Corte do país, em fevereiro, considerou ilegais as tarifas globais mais amplas e onerosas de Trump, com base na IEEPA (Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional). Em junho, os valores mais que dobraram em relação aos US$ 22 bilhões (R$ 112 bilhões) devolvidos no mês anterior. Em junho de 2025, enquanto as tarifas de Trump ainda estavam em ascensão, o Tesouro registrou arrecadações alfandegárias líquidas de US$ 26,6 bilhões (R$ 135,4 bilhões), elevando-as acima de US$ 100 bilhões (R$ 509 bilhões) pela primeira vez em um ano fiscal. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.