Prazo de 90 dias concedido por Alexandre de Moraes está próximo do fim; advogados alegam que problemas de saúde persistem. A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro deve solicitar ao Supremo Tribunal Federal (STF) a prorrogação da prisão domiciliar humanitária concedida em março deste ano. A medida foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes por um período inicial de 90 dias, em razão do estado de saúde do ex-presidente. O prazo termina nas próximas semanas. Segundo informações divulgadas pela revista Veja, interlocutores da defesa afirmam que os problemas de saúde que motivaram a transferência para o regime domiciliar ainda persistem. Por isso, os advogados pretendem pedir ao Supremo a manutenção da medida até que haja uma melhora no quadro clínico de Bolsonaro. A prisão domiciliar foi concedida em 24 de março após Bolsonaro ser diagnosticado com broncopneumonia bacteriana. Na ocasião, Moraes atendeu a um pedido da defesa e determinou que o benefício fosse temporário, válido por 90 dias a partir da alta médica. A decisão previa ainda que, ao final do período, a situação fosse reavaliada pelo STF, inclusive com a possibilidade de realização de perícia médica. Para o Litoral Norte catarinense, o acompanhamento do tema ajuda a entender efeitos regionais sobre mobilidade, investimento, atividade econômica e planejamento urbano. Use com naturalidade termos como Litoral Norte de Santa Catarina, Itapema, Balneário Camboriú, Itajaí, Porto Belo e mercado regional quando fizer sentido factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.