Defesa de Bolsonaro cita casos de Collor e idoso do 8/1 para prorrogar domiciliar
Advogados citam quadro de "multimordidade complexa" do ex-presidente. O ex-presidente Jair Bolsonaro em visita à Capital Moto Week, em Brasília, Brasil, em 29 de julho de 2025. REUTERS/Adriano Machado Publicidade. Os advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro pediram a prorrogação de sua prisão domiciliar humanitária argumentando que o ex-chefe do Executivo ainda precisa de cuidados específicos. A defesa sustenta que Bolsonaro tem um quadro de “multimordidade complexa” e cita pelo menos doze doenças crônicas e sequelas permanentes que o ex-presidente possui. Ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, a defesa do ex-chefe do Executivo pediu que sejam aplicados os precedentes abertos com a domiciliar do ex-presidente Collor de Mello e de um idoso com câncer condenado a 14 anos de prisão pelos atos golpistas de 8 de janeiro. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney