A deepfake deixa de ser um arquivo e passa a se comportar como um “ator digital” capaz de responder em tempo real a uma videochamada ou a uma conversa. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Clube OD Conteúdos Exclusivos Cursos Jogos Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Clube OD Conteúdos Exclusivos Cursos Jogos Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Colunistas Deepfakes em 2026: a era da síntese em tempo real e os novos desafios da desinformação A deepfake deixa de ser um arquivo e passa a se comportar como um “ator digital” capaz de responder em tempo real a uma videochamada ou a uma conversa Alessandra Montini, editado por Bruno Capozzi 25/07/2026 16:30 Prefira o OD no Google Está cada vez mais difícil de saber o que é real e o que é falso na internet. - Imagem: FAMILY STOCK/Shutterstock Compartilhe: Prefira o OD no Google Tudo sobre Inteligência Artificial ver mais Depois de anos evoluindo em silêncio, os deepfakes deram um salto de qualidade que pegou até especialistas de surpresa. Rostos, vozes e movimentos gerados por inteligência artificial atingiram um nível de realismo que já engana facilmente pessoas sem preparo técnico e, em alguns casos, até sistemas automatizados de verificação. Ainda em 2026 teremos uma virada: o fim da era do “clipe pré-gravado” e o início da síntese em tempo real, quando conteúdos falsos passam a reagir e interagir com a pessoa ao vivo. Até pouco tempo, um deepfake era, na prática, um vídeo gravado e processado — algo estático, que podia ser analisado depois com calma. Isso está mudando. A nova geração de modelos consegue manter coerência temporal: os movimentos fazem sentido de um quadro para o outro, os rostos não tremem nem se distorcem nas bordas dos olhos e da mandíbula, e a identidade da pessoa retratada permanece estável mesmo quando a “performance” muda. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.