Decisão do STF aponta que Eduardo Cunha usou deputado para direcionar emendas
Já Cunha, sem citar o colega de partido, afirmou que irá contestar a decisão do ministro do STF. A decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que bloqueou até R$ 6 milhões em bens do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (Republicanos-MG) apresenta indícios de que o ex-parlamentar tenha usado o deputado Gilberto Abramo (Republicanos-MG) para negociar emendas, já que Cunha não tem mandato eletivo desde 2016. Procurado, Abramo ainda não se manifestou. Já Cunha, sem citar o colega de partido, afirmou que irá contestar a decisão do ministro do STF. Em nota, a defesa negou que ele tenha exercido um “mandato clandestino” e afirmou que não participou formalmente da apresentação das emendas investigadas. Na decisão, o ministro do STF usou uma investigação da Polícia Federal que apura o desvio de emendas parlamentares da Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados para embasar a determinação do bloqueio de bens. Também suspendeu imediatamente a execução de todas as despesas públicas ligadas às emendas sob suspeita. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney