Decisão de Moraes que vetou visita e manifestação política de Bolsonaro divide
Parte acha que suspensão de direitos políticos e a natureza do crime de ex-presidente justificam alcance das medidas. Parte deles entende que a decisão é bem fundamentada, uma vez que Bolsonaro teve os direitos políticos suspensos com o trânsito em julgado da condenação por liderar uma tentativa de golpe. Outra parte entende que as novas medidas foram amplas e proibitivas demais. Na sexta-feira (17), Moraes proibiu as visitas a Jair Bolsonaro com finalidade política-eleitoral, até o término das eleições gerais, e a divulgação de manifestos políticos-eleitorais por qualquer meio, inclusive por intermédio de terceiros. O juiz também suspendeu o direito de visita a Bolsonaro por trinta dias, com exceção de médicos, fisioterapeutas e advogados. O magistrado manteve a proibição de visita por noventa dias do senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ), em razão de descumprimento de medida cautelar no dia 11 de julho, quando o político divulgou carta do pai aos brasileiros. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo