Dados da quebra de sigilo de Lulinha chegaram a André Mendonça com 7 meses de atraso
Os dados da quebra de sigilo de Lulinha foram enviados ao ministro André Mendonça após mais de 7 meses de atraso da PF. Entenda o impasse e as investigações. Documentos abrangem dados bancários, fiscais e telemáticos sobre investigação que envolve suspeitas no INSS; demora na entrega das informações gerou mal-estar entre o ministro e a Polícia Federal. Os dados da quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, chegaram ao ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) André Mendonça depois de mais de sete meses. A demora dos dados, que estavam sob responsabilidade da PF (Polícia Federal), teria sido um dos motivos para o desentendimento entre a Polícia e Mendonça, que é relator dos inquéritos do INSS e do Banco Master. O ministro ordenou a derrubada dos sigilos fiscais, bancários e a privacidade das comunicações feitas por computadores, celulares e internet do filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ( PT ) em dezembro do ano passado, durante a Operação Sem Desconto, investigação que apura os desvios financeiros de aposentados e pensionistas. As informações são da CNN. Temas ligados a obras e infraestrutura costumam produzir efeitos concretos sobre planejamento, serviços, logística e decisões de investimento público e privado. Use com naturalidade termos como obras, infraestrutura, mobilidade, litoral norte de SC, Itapema e Balneário Camboriú quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: ND Mais