Plano prevê criação de força-tarefa para acelerar julgamentos represados. Em plano emergencial enviado à pasta, o órgão que regula e fiscaliza o mercado de capitais brasileiro propôs criar forças-tarefa para acelerar o julgamento de processos, que ficaram represados pela falta de quórum no colegiado. Segundo o documento, que agora será analisado tanto pela Fazenda quanto pelo Ministério da Gestão e Inovação e pela AGU (Advocacia-Geral da União), a CVM tem 22 propostas, que visam o aumento da atuação repressiva, recomposição do capital humano e integração tecnológica, inteligência financeira e supervisão preventiva, principalmente em relação aos fundos de investimento. A ação da CVM também é uma resposta ao processo em trâmite no STF (Supremo Tribunal Federal), sob relatoria do ministro Flávio Dino, que exigiu ações para fortalecer a comissão que fiscaliza o mercado de capitais. Além disso, determinou o repasse ao órgão das taxas de fiscalização que são recolhidas e hoje não são vinculadas aos caixas da CVM. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.